terça-feira, 22 de maio de 2012

Re-vivendo o passado



É como se não tivesse um ponto final. Sempre o mesmo erro. Será que é proposital? Não, não crê que seja. Então, por que isso acontece no mesmo período cronológico? É algum tipo de carma ou maldição?

Quando pensa que superou, as cenas reaparecem na sua frente e mostram que é apenas o começo do recomeço. Tudo embaralha na sua mente. Como saber se não passa apenas de um pesadelo? O que é real ou irreal nessa confusão de pensamento?

A confiança se desfaz. Vê tudo cair aos pedaços... Mais uma vez enganada pela emoção.  Chega à conclusão de que todos são assim. Não deveria ter baixado a guarda. As coisas não mudam. Com certeza havia algum interesse.

Como não percebeu? O que a prendia? Medo!? Questões sem respostas. Há algo que aperta dentro de si, algo que não sabe o que é. É uma dor, mas não voraz como antes. Talvez não fosse tão surpresa assim. Será que estava tão claro e apenas ela não viu?

Dúvidas! Ações impulsivas! Tudo o que for necessário para não reviver esse passado. Cansou de ser a protagonista dessa história sem fim. Quer apenas alcançar seus objetivos. Pouco se importa se para isso terá que se isolar. Como diz o ditado “melhor sozinho do que mal acompanhado”.

Srta. Rocha

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pequenos conflitos



De repente tudo passa a fazer sentido e você se dá conta que não fez nada da vida. Quantos momentos perdeu por ter medo de ir em frente? Quantas vontades passou por ter medo de arriscar? Quantas oportunidades surgiram e não as agarrou? É, agora é tarde para voltar e recuperar o tempo perdido.

Muitas vezes deixamos de fazer algo por causa do medo. Mas que medo é esse que te impede de fazer coisas que serão boas para você? Será receio de dar errado ou simplesmente medo do novo? São questões que nos confundem. Que chegam a nos deixar em crise existencial.

Cada um tem as respostas... Cada um sabe o que é melhor para si... Mesmo sabendo disso, não consigo compreender essa passividade diante da vida. É uma frase clichê, mas verdadeira “a vida é curta para perdermos tempo”. O novo nem sempre é tão monstruoso como pensamos. Às vezes, é nele que está a nossa felicidade.

Que tal deixarmos o medo de lado e irmos rumo ao inesperado? Viver pelo prazer de viver e não sobreviver como mera obrigação.

Srta. Rocha

Tudo são sensações


Um jantar à luz de velas com uma vista exuberante das luzes da cidade... Um passeio noturno de helicóptero pelos pontos turísticos... Um voo de balão pelas paisagens naturais... Uma noite em hotel cinco estrelas... Um mergulho em alto mar... Um emocionante salto de paraquedas... Tudo são sensações!

Srta. Rocha